Num país estrangeiro, fui acusada de abuso infantil contra a minha própria filha, então com 8 semanas. Foi o pior sofrimento da minha vida: cheguei a desejar ir desta para melhor. Estava sozinha, contra a proteção de menores e contra um hospital negligente, com interesses financeiros envolvidos. Com enorme sacrifício, provei que a minha filha tinha uma condição rara que o hospital falhou em detetar e tratar. Hoje sou livre e tenho a minha princesa comigo, alegre e saudável. Mas carrego o trauma emocional, a perda financeira e o peso de um julgamento injusto. Às vezes sinto que vivi um pesadelo acordada.