Saí com um cantor de uma banda de rock portuguesa, conhecido pelas letras profundas e o ar de "já sofri muito". Na cama, transformou-se num performer: atirou-se para cima de mim como se fosse um moshpit e gritou "VEM COMIGO PARA O INFERNOOO!". Fiquei entre excitada e traumatizada. No fim, respirou fundo, olhou-me nos olhos e disse: "Fizeste-me sentir como no Coliseu." Só pensei: "Mas quem é que ensaia falas pós-sexo?". Bloqueeio, mas ainda ouço a música dele no ginásio.